A suspeita de bomba que mobilizou equipes policiais em um colégio de Ponta Grossa, nesta quarta-feira (29), foi confirmada como um simulacro de artefato explosivo, sem capacidade real de detonação.
De acordo com a Polícia Militar, o objeto encontrado era bem elaborado e continha itens como celular, bateria, fios, pregos e um invólucro com areia, montado para simular o peso e a aparência de uma carga explosiva verdadeira.
Assim que a ameaça foi identificada, equipes do 1º Batalhão da Polícia Militar isolaram o perímetro da instituição de ensino e acionaram o Esquadrão Antibombas do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE).
Durante a operação, os especialistas utilizaram um drone para realizar o reconhecimento visual do artefato ainda dentro do colégio, garantindo segurança a alunos, funcionários e policiais envolvidos na ocorrência.
Na sequência, o dispositivo foi removido para a via pública, onde o BOPE realizou duas detonações controladas, com o objetivo de desativar qualquer possível mecanismo de acionamento.
Durante a ação, uma segunda suposta carta explosiva também foi analisada pelas equipes, porém foi constatado que o conteúdo se tratava apenas de areia.
Após os procedimentos e perícia, ficou confirmado que o primeiro objeto era apenas um simulacro, não apresentando risco de explosão.
Com a área liberada, a Agência Local de Inteligência (ALI) iniciou diligências para identificar os responsáveis e esclarecer a motivação do caso. As informações coletadas serão repassadas à Polícia Civil, que dará sequência às investigações.
Redação Guia São Miguel
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